Raciocínios: Albert Einstein

Albert Einstein

Albert Einstein foi físico teórico, desenvolveu a teoria da relatividade geral, um dos dois pilares da física moderna, ganhador do prêmio Nobel de física de 1921 por sua descoberta da lei do efeito fotoelétrico, que foi fundamental no estabelecimento da teoria quântica. Em 1917, aplicou a teoria da relatividade geral para modelar a estrutura do universo como um todo. Suas obras renderam-lhe o status de celebridade mundial enquanto tornava-se uma nova figura na história da humanidade, recebendo prêmios internacionais e sendo convidado de chefes de estado e autoridades.chart

Publicou mais de 300 trabalhos científicos, juntamente com mais de 150 obras não científicas. Suas grandes conquistas intelectuais e originalidade fizeram da palavra “Einstein” sinônimo de gênio. Em 1999 foi eleito por 100 físicos renomados o mais memorável físico de todos os tempos. No mesmo ano a revista TIME, em uma compilação com as pessoas mais importantes e influentes, o classificou a pessoa do século XX.

Em 1999, a revista Time publicou a compilação Time 100: The Most Important People of the Century, no qual classificava as pessoas mais influentes do século XX. Einstein ficou em primeiro lugar como a pessoa mais importante do século, acrescentando que “foi o cientista preeminente em um século dominado pela ciência.”

Einstein não acreditava em um Deus pessoal como as religiões abraâmicas creem, para Ele Deus era o todo, toda existência, porém, de uma certa forma Einstein o buscava, como pode ser visto em várias cartas e manifestos que ele escreveu.

Este é o seu raciocínio:

A todo cientista minucioso deve ser natural algum tipo de sentimento religioso, pois não consegue supor que as dependências extremamente sutis por ele vislumbradas tenham sido pensadas pela primeira vez por ele. No universo incompreensível revela-se uma razão ilimitada. A opinião corrente de que sou ateu baseia-se num grande engano. Quem julga deduzi-la de minhas teorias científicas, mal as compreendeu. Entendeu-me de forma equivocada e presta-me péssimo serviço.

 

Fonte:

Traduzido de H. Muschalek (Ed.) – Gottbekenntnisse moderner Naturforscher, quarta edição, Morus, Berlim, 1964. freewebs.com/kienitz/declara.htm#ref21

Imagem fonte: Reprodução Google

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