10 maiores problemas científicos da evolução

Nota do tradutor: este é o artigo introdutório da série de artigos sobre os 10 problemas científicos da evolução biológica e química. A série é baseada no capítulo “The Top Ten Scientific Problems with Biological and Chemical Evolution” de autoria de Casey Luskin no livro More than Myth, editado por Paul Brown e Robert Stackpole (Chartwell Press, 2014).


“Não há fraquezas na teoria da evolução”

Assim disse Eugenie Scott [1], a chefe do lobby darwinista, ao falar com a imprensa em resposta à votação de 2009 do Conselho Estadual de Educação do Estado do Texas nos EUA. Na votação, exigia-se que os alunos aprendam sobre as evidências científicas a favor e contra a evolução neodarwinista.chartPara segue o debate sobre as origens, as palavras da Drª Scott são pouco surpreendentes mas muito familiares. Quase diariamente, encontramos na mídia citações de cientistas evolucionistas declarando que as considerações materialistas da evolução biológica e química são “fatos”. Estudantes que fazem cursos de preparação para a universidade ou de nível universitário sobre evolução são avisados de que duvidar do darwinismo é equivalente a cometer suicídio intelectual, assim como dizer que a Terra é plana [2].

Tal assédio moral é suficiente para convencer muita gente que é muito mais fácil simplesmente aceitar o darwinismo. Parece ser melhor para a sua posição acadêmica, sua carreira e sua reputação. Os poucos redutos que permanecem são intimidados pelo silêncio.

Mas, é verdade que não há “nenhuma fraqueza” na teoria da evolução?

Aqueles que expressam dúvidas sobre o darwinismo estariam exibindo coragem, ou seriam tolos que querem nos levar de volta à Idade das Trevas e à era da Terra plana? [3]

Felizmente, é muito fácil responder estas perguntas. Primeiro, deve-se examinar a literatura técnica. Segundo, deve-se perguntar se existem desafios científicos legítimos à evolução química e biológica nessa literatura. Esta sequência de artigos irá rever esta literatura. Vamos mostrar que existem inúmeros desafios científicos aos princípios da teoria de Darwin. Não apenas aos princípios, mas também nas teorias predominantes de evolução química.

Quem mantiver dúvidas sobre o darwinismo não precisa ficar aterrorizado. Os valentões acadêmicos apenas fingem não haver debate científico a ser realizado.

 

Texto traduzido e adaptado de Evolution News & Views.

Referências:

[1] Eugenie Scott, citada em Terrence Stutz, “State Board of Education debates evolution curriculum”, Dallas Morning News (22/01/2009), também citado em Ed Stoddard, “Evolution gets added boost in Texas schools” em http://blogs.reuters.com/faithworld/2009/01/23/evolution-gets-added-boost-in-texas-schools (acessado em 17/02/2015), ou http://archive.today/xCf7a.

[2] Karl W. Giberson, Saving Darwin: How to be a Christian and Believe in Evolution, pag. 53 (HarperOne, 2008) (“biólogos hoje consideram a ancestralidade comum de toda a vida em paridade com a esfericidade da Terra”).

[3] Em todo caso, é um grande mito que a civilização ocidental tivesse outrora acreditado em uma Terra plana. Veja Jeffrey Burton Russell, “The Myth of the Flat Earth”, em http://www.veritas-ucsb.org/library/russell/FlatEarth.html (acessado em 17/02/2015), ou http://archive.today/yGGAX.

Imagem fonte: Reprodução Google

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