Pais registram nome neutro para não revelar o gênero (sexo) da criança – é sério isso?

Saiu uma reportagem no site UOL que mostra um casal que resolveu criar o filho no “gênero neutro”, mas eles foram mais adiante colocando um nome neutro também.

É a ideologia de gênero avançando sobre uma sociedade de pessoas totalmente alienadas e que reproduzem exatamente o que a elite globalista deseja.chart

Os pais da criança preferem ser chamados de “cuidadores”, termo odioso que agora representantes de política de esquerda insistem em carimbar em nossa sociedade. A “novilíngua” é uma “maravilha” e serve para esvaziar as palavras de seu sentido original para dificultar cada vez mais a comunicação. Vou dar uma forcinha para o pessoal que não compreende a gravidade dessa troca:

Pais são aqueles que educam, amam e protegem os filhos, ou seja, é um termo que transmite a ideia de família.

Cuidador é aquele que apenas cuida da criança sem necessariamente amá-la como um professor, uma babá, um médico, etc.

Ao fazer essa simples troca – que para muitos soa como inocente – o que eles estão verdadeiramente fazendo é atacar a família.

Mas vamos adiante! Então os pais (me recuso a usar o termo cuidadores) tiveram a “brilhante ideia” de colocar um nome neutro no filho para que num possível futuro a criança não se sinta constrangida caso opte por um gênero diferente do seu sexo biológico. Sim, é isso mesmo que você acaba de ler!

Eu queria saber quando foi que as crianças passaram a ter tanta maturidade a ponto de não mais precisarem de nenhuma diretriz dos pais. Será mesmo que as pessoas não conseguem ver que crianças precisam de uma direção dos pais para se sentirem seguras e se tornarem adultos felizes e sadios?

O caso aqui não é se a criança irá se tornar ou não um trans, homo, bi ou pentasexual, há que se parar com essa repetição “papagaística” de homofobia! O que é muito claro para qualquer pessoa é que as crianças precisam de limites, elas precisam saber que seus pais se preocupam com elas.

Uma criança que cresce sem saber nem quem é, se tornará que tipo de adulto?

Para que futuramente talvez não sofra um provável preconceito, os pais criam uma confusão certa no presente, e tem gente que acha isso lindo…

É inacreditável que a nossa sociedade com estudos tão avançados em tantas áreas não consiga perceber que homens e mulheres são diferentes sim e não é a sua ideologia que irá mudar a realidade. A biologia não é algo que pode ser remodelado à bel-prazer de meia dúzia de “intelectuais”, ela é a expressão da realidade que nos cerca.

Esse é o resultado de um bombardeio nas mídia e escolas que já vem acontecendo há anos e está tão incorporado ao nosso dia a dia que as pessoas já nem percebem mais. Chegamos realmente ao ponto de termos que comprovar cientificamente que a água é molhada.

Infelizmente as pessoas acreditam que ideologia de gênero é um movimento para a proteção dos direitos dos homossexuais, porém nunca leram nenhum dos teóricos que a promovem. Os homossexuais são pessoas e devem ser respeitados por todos, isso ninguém discute!

O caso é que os teóricos dessa ideologia têm o intuito de destruir a família para criar uma nova sociedade.

Nesta nova sociedade as pessoas devem ter liberdade total no campo sexual, e isto inclui, pasmem, a legalização da pedofilia e do incesto.

Infelizmente não é uma loucura da minha cabeça, se o leitor neste momento pensa que é exagero da minha parte convido a ler Judith Butler e sua obra que embasa a tal ideologia de gênero, Problemas de Gênero. Segue um trechinho para que tenham uma ideia:

O tabu do incesto, e implicitamente contra a homossexualidade é uma injunção repressora que presume um desejo original, localizado na noção de “predisposições”, o qual sofre a repressão de um direcionamento libidinal originalmente homossexual e produz o fenômeno deslocado do desejo sexual. (…) Assim a lei repressiva produz a heterossexualidade… BUTLER, 2003, p. 101

Para os teóricos do movimento, essas leis “repressivas” precisam ser destruídas (eles usam o termo “desconstrução” para parecer menos agressivo) para que “a sociedade melhore”. Se você sente desejo por seu filho case-se com ele, se for por um cavalo também, porque não?

A ordem é liberar geral e seguir seu coração, vale tudo!

O objetivo é criar uma massa de indivíduos tão idiotizados que já não sabem mais distinguir a mão direita da esquerda, para assim manipulá-los de acordo com seus interesses. E o pior é que pelo visto eles estão conseguindo.

É pessoal, estamos vivendo na era do fundamentalismo secularista, dos ideológicos dogmáticos inflexíveis que são cada vez mais totalitários, pois falam em liberdade total, mas confinam várias mentes aos seus objetivos sádicos, tentando inserir uma ideia antiga disseminada pelo Marquês de Sade (libertino do século XVIII que deu nome ao sadismo) de que as religiões são “berços de despotismo” contra as quais as pessoas mais “iluminadas e esclarecidas” deveriam se rebelar e que todas as pessoas deveriam ser livres para fazer orgias sexuais da maneira e quantas vezes quisessem, independentemente se dentro ou fora do casamento, entre parentes, entre mesmos sexos, sem limite de idade, etc.

Obviamente que essa ideia de Sade usa uma nova roupagem no mundo atual, com argumentos modernos impulsionados por algumas mídias sociais influentes, sendo que o “alvo” é na maioria das vezes , adolescentes e jovens adultos. São utilizadas várias formas de propagar essas ideias sádicas, mas elas sempre estão atreladas as frases de impacto para fixar na mente do que ouve, uma prerrogativa falsa ou uma chamada para uma ação que muitas vezes é reproduzida sem nem mesmo ser trabalhada no raciocínio daquele que a recebe.

Vejamos alguns exemplos das frases de impacto utilizadas: “contra o patriarcado!”; “desconstrução da heteronormatividade”; “desconstrução da família tradicional”; “a favor da liberdade sexual”; “a favor da igualdade de gênero”; “contra doutrinação religiosa infantil pelos pais!” (neste caso, se os pais ensinarem valores cristãos aos seus filhos); “meu corpo, minhas regras” (referindo-se não só a maneira da mulher se vestir, mas do direito ao aborto voluntário); entre outras.

E contra quem estes ideológicos dogmáticos inflexíveis se levantam?

Eles se levantam contra tudo que é normativo, ou seja, tudo que possui um padrão, uma regra, que é regido pela moral e bons costumes. Também se levantam contra a fé e a retidão que as religiões – principalmente as abraâmicas como o cristianismo – trazem. Com a desculpa de “liberdade do indivíduo”, querem na verdade trazer o caos, pois todos nós precisamos de regras desde que nascemos para seguirmos em frente. Isso não significa que um dia não possamos mudar as nossas regras, fazer nosso próprio caminho, porém isso não significa interferir na vida de outros, inclusive dos nossos filhos, a não ser que seja algo benéfico.

A família (não os cuidadores) é o pilar da vida de uma criança. A família tradicional é algo bom, aliás, até mesmo estes “libertários” muito provavelmente vieram de uma dessas famílias “tradicionais”. A família é a principal instituição criada por Deus para que o indivíduo aprenda a viver em sociedade e tenha uma direção a seguir quando adulto.

Se os pais (como os da matéria citada) acham que não devem ditar uma simples convenção, como um nome para seu filho, só por que ainda não sabem o que ele vai querer ser quando crescer (hétero ou gay), o que mais eles deixarão para que a criança decida, sendo que ela carece da direção deles para se tornar um cidadão?!

Com relação a vestimenta, outros “pais” tem adotado a neutralidade de sexo também, deixando os filhos livres para escolherem o que usar: roupas femininas ou masculinas. Agora, imaginem se outros pais aderirem a mesma “lógica” para outros objetivos?

Podemos até vislumbrar algumas notícias bizarras, como por exemplo:

Pais não dão nenhum tipo de alimento normal para o filho por que não sabem o que ele vai gostar quando crescer, eles optaram em dar um tipo de ração até que o filho tenha idade para escolher.

Pais não farão tratamento do filho com câncer, pois não sabem se ele gostaria de tomar remédios, por isso vão esperar ele crescer para decidir.” (se ele não morrer até lá)

Estes são só alguns exemplos, mas você que lê isso, já pode imaginar que tipo de coisas podem acontecer caso essa falta de regras se torne algo mais comum. Começa com algo aparentemente inocente, como um “nome neutro”, mas pode ser o estopim para algo muito mais sério. Alguém duvida?

 

Imagem fonte: Uol

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Paula Marisa

Paula Marisa

Graduada em Educação Física, com licenciatura plena, especialização em supervisão escolar e orientação educacional, também é professora na rede municipal de ensino em Canoas/RS. Para saber mais sobre Paula, acesse a página Equipe no rodapé do site.

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